Não é a primeira vez, não será necessariamente a última. Os comissários de pista do circuito de Jerez deram mais um sinal da sua inequívoca, mal disfarçada e escandalosa parcialidade quando toca a fazerem o seu trabalho. Perante a impassividade da FIM, que continua a pôr-se de parte no que diz respeito à "gestão" da sua principal disciplina e perante o faz-de-conta-que-não-vimos da DORNA, os patrões do MotoGP que dependem, em muito, dos patrocinadores espanhóis. Todos assobiam para o lado.
Desta vez, nem os patrocinadores espanhóis "safaram" o nosso Miguel Oliveira. O que escrevo nada tem a ver a com patrotismo, mas apenas com a análise dos factos:
Facto 1: o Miguel Oliveira cai quando seguia na frente da corrida de hoje de Moto3 e, quando tenta regressar à pista, os comissários ROUBAM-LHE a moto das mãos, forçando-o à desistência perante os visíveis (televisionados para milhões em todo o mundo) protestos do piloto.
Facto 2: Alex Rins cai quando está na luta pelo primeiro lugar com Romano Fenati. Os comissários de pista correm na sua direcção, levantam-lhe a moto e empurram-na - CRUZANDO A PISTA - até o motor Honda voltar a trabalhar; a sua determinação parecia suficiente para empurrarem a moto, se preciso fosse, durante quilómetros.
A diferença é óbvia. O Miguel é português (podia ser italiano ou francês, seria igual), o Rins é espanhol. Os comissários de pista do Circuito de Jerez não conseguem deixar de ser adeptos e ser apenas comissários de pista. São uma vergonha. Ou uma "verguenza". Protagonizaram mais uma fantochada, desta vez com consequências desportivas para o nosso único representante português no "Mundial". Também por isso é legítimo e moralmente obrigátório que a Federação de Motociclismo de Portugal apresente um protesto formal face aos acontecimentos verificados hoje.
OLÉ!
NOTA: escrevo a quente e poucos minutos depois de ver a corrida de Moto3. Não sei se a equipa do Miguel apresentou algum protesto junto da Direcção da Prova. Se não o fez, é um mau serviço que presta a si mesma. O Miguel é a sua principal possibilidade de vencer o primeiro título de sempre de Moto3.
29 de abril de 2012
25 de abril de 2012
22 de março de 2012
Daytona Short Track II
A segunda ronda da jornada inaugural do GNC acabou, tal como acontecera na véspera, com a vitória de uma Honda, desta vez a de Matt Weidmann que fora segundo na primeira corrida. A segunda posição foi para outra Honda, a de Jared mees, seguindo-se duas Kawasaki, as de Brad baker e Kenny Coolbeth Jr.
Com estes resultados, Weidmann lidera a classificação do GNC-Expert Singles, com mais sete pontos que Mees e mais oito que Johnny Lewis, o vencedor da primeira prova.
Com estes resultados, Weidmann lidera a classificação do GNC-Expert Singles, com mais sete pontos que Mees e mais oito que Johnny Lewis, o vencedor da primeira prova.
18 de março de 2012
A bela Elena
Elena Myers, de apenas 19 anos, entra para a história como a primeira mulher a vencer uma corrida profissional no circuito de Daytona. Foi no decorrer da Daytona Bike Week, na segunda prova de Supersport. Bela - e brava! - Elena.
Homenagem
Jason DiSalvo - que já vimos correr no Mundial de SSP com as Triumph 675 da ParkinGo 2010 - ficou em segundo lugar nas 200 Milhas de Daytona, prova corrida ontem, na Florida.
DiSalvo, que voltou a pilotar a Triumph Daytona 675, correu com o nº9 e as cores de Gary Nixon. Uma bonita homenagem a esta lenda americana.
DiSalvo, que voltou a pilotar a Triumph Daytona 675, correu com o nº9 e as cores de Gary Nixon. Uma bonita homenagem a esta lenda americana.
0,048s
200 milhas, 1h47 de corrida e no final a diferença entre primeiro e segundo foi de 0,048s. As corridas deviam ser todas assim. Daytona, ontem.
16 de março de 2012
Daytona Short Track I
Arrancou a temporada 2012 do Grand National Championship, como habitualmente, com jornada dupla em Daytona, por ocasião da Bike Week - um dos eventos mais conhecidos do universo motociclista.
Neste primeiro confronto reservado às monocilíndricas, a noite pertenceu a John Lewis (nº10) que liderou as 25 voltas da Final, impondo a Honda CRF 450. Na segunda posição terminou outra Honda, a de Matt Weidman (nº20) e o terceiro lugar foi para a Yamaha de Sammy Halbert (nº7). Seguiram-se Kenny Coolbeth (Kawasaki, nº2), Brad Baker (Kawasaki, nº12), Bryan Smith (Honda, nº42) e Jared Mees (Honda, nº9). O Campeão em título, Jake Johnson (nº1), atrasou-se e acabou apenas no 12º posto.
Neste primeiro confronto reservado às monocilíndricas, a noite pertenceu a John Lewis (nº10) que liderou as 25 voltas da Final, impondo a Honda CRF 450. Na segunda posição terminou outra Honda, a de Matt Weidman (nº20) e o terceiro lugar foi para a Yamaha de Sammy Halbert (nº7). Seguiram-se Kenny Coolbeth (Kawasaki, nº2), Brad Baker (Kawasaki, nº12), Bryan Smith (Honda, nº42) e Jared Mees (Honda, nº9). O Campeão em título, Jake Johnson (nº1), atrasou-se e acabou apenas no 12º posto.
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