O desenrolar da história veio demonstrar que este modelo tinha dificuldade em ser aceite pela comunidade "custom/cruiser". Compreende-se; a moto era pouco conservadora e demasiado arrojada no conceito. Na verdade, era capaz de intimidar o condutor mais atrevido daquela categoria e afastar inapelavelmente os menos afoitos.
Ontem, em Inglaterra, nas estradas em redor de Hinckley e na antiga base aérea de Bruntingthorpe, voltei a conduzir a Rocket III, agora denominada Roadster. A sua nova ergonomia, pacote de acessórios e remapeamento do motor (com mais de 20 kgm de binário e 148 cv) dão-lhe a forma perfeita para o papel de "bad ass bike" para o qual nasceu e que lhe assenta perfeitamente.
No Brasil este modelo nao se encontra disponível, a Triumph no meu ponto de vista e de milhares de outros brasileiros, perde por não se instalar com ao menos um bom representante para comercializar suas máquinas.
ResponderEliminarQuem pode comprar e dispõe de muito dinheiro faz o sacrificio e adquire as suas motos, mas acho que para o crescimento da marca é preciso investir em novos horizontes, entretanto, infelizmente meu pais é um dos que possuem a maior carga tributária do nosso planeta...
Enquanto isso eu sonho em comprar uma Rocket III ano 2009.